sábado, 22 de agosto de 2009

Remédio caseiro

Um sujeito vai a médico para exames de rotina.
O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:
- Fuma?
- Pouco.
- Tem que parar de fumar.
- Bebe?
- Pouco.
- Tem que parar de beber.
- Faz sexo?
- Pouco.
- Tem que fazer muito, mas muito sexo. Isto irá ajudá-lo!
O sujeito vai para casa, conta tudo a mulher e, imediatamente, vai pro banho.
A mulher se enche de graça e esperança, se enfeita, se perfuma, põe roupa especial e fica na espera.
O sujeito sai do banho, começa a se arrumar, se vestir, se perfumar e a mulher, surpresa, pergunta:
- Aonde é que você pensa que vai?
- Não ouviu e entendeu o que o médico me disse?
- Sim, mas, aqui estou eu prontinha ....
- AH! LOURDES, ... LOURDES, ... LÁ VEM VOCÊ COM SUA MANIA DE REMÉDIO CASEIRO. 

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Marido carinhoso

Uma noite, depois de quase 30 anos de casados, o casal está na cama quando a mulher sente que seu marido começa a acariciá-la como não fazia há muito tempo.
Ele começa no pescoço, desce pelo dorso até as nádegas; volta ao pescoço, ombros, seios e para na barriga; coloca a mão na parte interna do braço esquerdo, passa no seio, na nádega. Vai da perna esquerda até o pé, sobe pela parte interna da coxa e para bem em cima da perna. Faz a mesma coisa na perna direita e, de repente, vira as costas e não fala uma palavra.
A esposa, já "acesa", lhe diz carinhosamente:
- Querido, estava maravilhoso, porque parou?
E ele, resmungando:
- JÁ ENCONTREI O CONTROLE REMOTO...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Um indiano, um judeu e um argentino

Um avião caiu na floresta. Restaram apenas três sobreviventes: um indiano, um judeu e um argentino.
Caminhando entre as árvores da grande floresta, encontraram uma pequena casa e pediram para passar a noite.O dono da casa disse:
- Minha casa é muito pequena, posso acomodar somente duas pessoas. Um terá que dormir no curral.
O indiano respondeu:
- Eu dormirei no curral, sou indiano e hinduísta, necessito  praticar o bem.
Após uns 30 minutos, batem à porta da casa. Era o indiano, que disse:
- Não posso ficar no curral. Lá tem uma vaca, que é um animal sagrado. Eu não posso dormir junto a um animal sagrado.
Então o judeu respondeu:
- Eu dormirei no curral. Somos um povo muito humilde e sem preconceitos.
Após uns 30 minutos, batem à porta da casa. Era o judeu, que disse:
- Não posso ficar no curral. Lá tem um  porco, que é um animal impuro. Eu não posso dormir junto a um animal que não seja puro.
 Então, o argentino, 'muy chateado da vida',  aceitou dormir no curral.
Após uns 30 minutos, batem à porta da casa.
 Eram o porco e a vaca.

domingo, 7 de junho de 2009

Taubaté

O japonês entra no ônibus na rodoviária do Tietê, em São Paulo e pede ao  motorista:
- Olha, eu estou indo só até Taubaté, mas, como este ônibus vai para  o Rio de Janeiro, e estou muito cansado, temo não acordar e passar do  ponto, de forma que eu gostaria que o senhor me acordasse assim que chegarmos a Taubaté.
- Não tem problema – responde o motorista – não me esquecerei.
- Tem mais uma coisa – diz o japonês – quando eu acordo fico muito, mas muito mal- humorado; caso eu xingue, brigue, ofenda o senhor, recusando-me a descer, não me leve a mal, pode até me jogar para fora do ônibus, contanto que seja em Taubaté.
- Pode deixar comigo – diz o motorista.
Só que, quando o japonês acorda, para sua surpresa, dá de cara com o Corcovado. Enfurecido, parte para cima do motorista, esbravejando e xingando-o de tudo que é palavrão.
Um passageiro, vendo tal cena, comenta com o colega ao lado:
- Puxa! Mas que japonês nervoso!!!
Ao que o outro retruca:
- Nervoso? Isso não é nada! Você tinha era que ver o outro japonês que o motorista pôs para fora lá em Taubaté!

Dia de sorte

Fui a uma festa de despedida de solteiro em uma chácara.
A galera estava toda lá. Muita cerveja, whisky, vinho, Gatinhas! A noite prometia!
Saí de lá nem sei que horas.
Indo pela rodovia, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros...Uma Blitz!!!!
Comecei a rezar para tudo quanto era santo! Mas,... fui sorteado.
Quando parei, quase atropelei o guarda! "Tava mal!"
A autoridade pediu para que eu descesse do carro; quase não consegui.
Aí. o pesadelo aumentou! Ouvi o que qualquer bêbado teme!
- Vamos fazer o teste do Bafômetro!
- "Tô frito"! pensei!
Quando, ao que parece, os santos resolveram me atender!
Um caminhão bateu na outra pista e espalhou toda a sua carga....
O guarda, imediatamente, me disse:
- Vá embora: vamos socorrer aquele acidente!
Mais que depressa entrei no carro e saí do local; hoje é meu dia de sorte, pensei.
Cheguei em casa, guardei o carro e, após agradecer aos santos por haverem me livrado daquele senhor problema, fui dormir!
Estava feliz!
No outro dia, minha mãe me acordou, às 07h00 da manhã, perguntando:
- Filho, você sabe o que faz um carro de polícia na nossa garagem?
- Caraca! eu sabia, eu sabia, "Tava bom demais!"

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Freiras entrando no céu

Um trem bate em um ônibus cheio de freiras, e todas morrem. Elas estão todas em frente a São Pedro, tentando atravessar os portões do paraíso.
O santo pergunta à primeira freira:
- Irmã Teresa, você alguma vez teve contato com um pênis?
A irmã sorri, timidamente, e responde:
- Bem, uma vez eu toquei a cabeça de um, com a pontinha do meu dedo.
- OK. - diz o porteiro do Céu. Enfie a ponta do dedo nesta bacia de água benta e atravesse o portão...
São Pedro pergunta à segunda freira:
- Irmã Beatriz, você alguma vez teve contato com um pênis?
A irmã reluta um pouco, mas responde:
- Bem, uma vez segurei e acariciei um...
- Sendo assim, - determina São Pedro - enfie a mão toda na água benta e atravesse o portão.
De repente, forma-se um tumulto na fila das freiras. Uma delas começa a empurrar as outras para passar na frente.
Quando a freirinha afoita chega ao início da fila, São Pedro pergunta:
- Irmã, Irmã qual o motivo da pressa?
E a freira responde:
- Já que se eu vou ter que fazer gargarejo com essa água, melhor fazer agora, antes que a Irmã Joana lave a bunda...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Avaliação de desempenho

O dono de um açougue foi surpreendido pela entrada de um cão no seu estabelecimento. Enxotou-o, mas o cão voltou logo em seguida.
Ao tentar espantá-lo mais uma vez, reparou que o cão trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
"Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?"
O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros.
O açougueiro pegou o dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou tudo na boca do cão.
Este começou a descer a rua e, quando chegou ao cruzamento, depositou o saco no chão, pulou e apertou o botão para o sinal ficar verde.
O açougueiro ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão.
Este atravessou a rua e caminhou até uma parada de ônibus, sempre com o açougueiro a segui-lo.
Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar.
Na parada, o cão sentou-se no banco, esperando o ônibus.
Quando um chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar.
Outro ônibus chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo.
O açougueiro, boquiaberto, seguiu o cão.
Mais adiante este levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para mandar parar o ônibus, tudo  isso com as compras ainda na boca.
O açougueiro e o cão saltaram e foram caminhando pela rua até que o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio.
Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu.
Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Caminhou de volta para a porta e, de repente, um cara enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho.
O açougueiro correu até ao homem e impediu-o dizendo:
- Deus do céu homem, o que é que você está fazendo? O seu cão é um gênio!
O homem respondeu:
- Um gênio? Esta é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece da chave!!!
 
Moral da história? 
 
Você pode exceder todas as expectativas, mas a sua avaliação depende sempre da competência de quem o avalia.